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Juiz indicia Mabetex e suas conexões russas

Ex-presidente Iéltsin recebendo o patrão de Mabetex

(Keystone)

Um juiz de Genebra decidiu inculpar o diretor da empresa de construção Mabetex, sediada na Suíça. Bahgjet Picolli, diretor da empresa que renovou o Kremlin, é acusado de ter pagao suborno de 4 milhões de dólares a funcionários russos e ao "clã Iéltsin".

O juiz Daniel Devaud iniciou uma investigação em setembro do ano passado sobre a empresa Mabatex e sua filial Merkata Trading, sediadas em Lugano, sul da Suíça.

O magistrado mandou então bloquear várias contas bancárias dessas empresas, suspeitas de terem subornado o que a imprensa suíça chamou de "clã de Bóris Ieltsin" ou seja assessores e familiares do ex-presidente russo.

Os 4 milhões de suborno teriam sido com objetivo de conseguir contratos rendosos relativos a reforma e reconstrução de edifícios públicos, em Moscou.

Segundo o juiz Devaud, a investigação apurou que o dinheiro foi depositado em contas suíças de funcionários e dirigentes russos. Uma boa parte beneficiou contas do ex-intendente do Kremlin, Pavel Borodin, amigo de Iéltsin, e de membros da família Borodin.

No ano passado, Pacolli já tinha sido acusado de ter pago despesas feitas com cartões de crédito de integrantes da família Iéltsin.

O juiz decidiu agora indiciar Behgjet Pacolli por envolvimento em lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. Em janeiro já tinha expedido mandado internacional de detenção contra Pavel Borodine.

Pacolli confirmou estar a par da decisão do magistrado e declara-se inocente.

swissinfo com agências.

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