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Suíça afunda em classificação de águas balneares europeias

Três quartos das zonas balneares da Suíça cumpriram o mais elevado padrão de qualidade da União Europeia no ano passado. No entanto, a nação alpina foi classificada abaixo da média europeia.

Este conteúdo foi publicado em 07. junho 2019 - 09:54
Vários milhares de banhistas participaram no evento de natação no rio Reno em agosto de 2018, no centro da Basileia ©keystone/georgios Kefalas

No total, 144 das 192 zonas balneares de lagos e rios suíços monitorizadas pela Agência Europeia do Ambiente (AEA)Link externo no ano passado tinham a qualidade "excelente", a mais alta da UE. Além disso, 12 foram classificadas como "boas" ou "suficientes" e duas como "insuficientes" - em Dorigny, em frente à Universidade de Lausanne, e na Pointe de la Bise, perto de Genebra, ambas no Lago de Genebra. Cerca de 30 locais não receberam notas devido à falta de dados.

Na Suíça, a qualidade da água em lagos e rios melhorou significativamente nas últimas décadasLink externo. É possível nadar praticamente em qualquer lugar sem risco para a saúde. Só as chuvas fortes podem tornar os banhos perigosos. 

Conteúdo externo


O número de locais de banho em toda a Europa com qualidade de água “excelente” aumentou ligeiramente para 85,1%, enquanto o número com qualidade “fraca” caiu para um total de 1,3% de todas as zonas balneares.

Chipre (99,1% de todos as zonas), Malta (98,9%), Áustria (97,3%) e Grécia (97%) compuseram os cinco primeiros. A Suíça ficou em 19º lugar em 31 países europeus.

A Itália (89 zonas balneares ou 1,6%), a França (54 zonas balneares ou 1,6%) e a Espanha (50 zonas ou 2,2%) tiveram o maior número de locais com qualidade de água “ruim” no ano passado. Entre 2017-2018, o número de locais ruins para banho aumentou na Itália (de 79 para 89), e na Espanha (de 38 para 50), enquanto a França registou uma melhoria com uma diminuição do número de zonas balneares "ruins" de 80 para 54.



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