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Sindicatos reivindicam salário mínimo de Fr. 3 mil

"Nenhum salário abaixo de 3 mil francos" e melhores condições de trabalho no serviço público são as duas reinvindicações do 1° de maio na Suíça. Estão previstas manifestações em várias cidades. A campanha pelo salário mínimo começou no final de 98.

"Queremos viver, não sobreviver. Nenhum salário abaixo de 3 mil francos". Esse foi o principal refrão das manifestações do 1° de maio na Suíça, coordenadas principalmente pela União Sindical Suíça (USS), mais influente central sindical do país.

Não existe salário mínimo oficial na Suíça mas, segundo a USS, 12,5 por cento da população ativa ganha menos de Fr.3 mil francos (1.850 dólares) por mês, para um emprego em tempo integral. Os piores salários estão nos setores de hotelaria, restaurantes e lojas e a maioria dos baixos salários é atribuída às mulheres.

A USS afirma ainda que os anos 90 foram «perdidos» para os trabalhadores. Com a crise econômica e o desemprego, os salários foram reduzidos e as condições de trabalho pioraram, segundo a USS.

Melhores condições de trabalho no serviço público é o ponto forte das manifestações do 1° de maio. Salário por mérito e perda da estabilidade do funcionalismo público são as novas «ameaças», segundo o Sindicato suíço da função pública (SSP/VPOD). Tanto no setor privado como no setor público, os sindicatos afirmam que as condições econômicas existem mas que é preciso uma «clara» vontade política.

swissinfo com agências.

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