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Suíça 13°, Brasil 74° em desenvolvimento humano.

Bahnhofstrasse, a rua mais chique de Zurique. Keystone

Canadá, Noruega e Estados Unidos lideram a classificação mundial de desenvolvimento humano estabelecido pela ONU incluindo 174 países. O Brasil melhorou mas continua ruim. A Suíça podia mostrar melhor desempehho. A África em péssima situação.

Este conteúdo foi publicado em 29. junho 2000 - 11:59

O Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 publicado na quinta-feira, 29 de junho, pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Dsenvolvimento) constata que 46 países gozam de condições favoráveis.

Todos os outros, entre os 174 países analisados, devem continuar lutando por melhores condições de vida: alimentação apropriada, acesso à saúde, ao ensino e ao trabalho...

O índice de desenvolvimento humano que o estudo leva em conta combina esperança de vida, taxa de alfabetização e de escolaridade e ainda renda por habitante.

Nesse quadro, os "melhores da escola" são países do bloco ocidental com os 10 primeiros lugares ocupados pelo Canadá, Noruega, Estados Unidos, Austrália, Islândia, Suécia, Bélgica, Holanda, Japão e Grã-Bretanha.

A Suíça está em décimo terceiro lugar e o Brasil em apenas 74a. posição.

Quanto à Suíça ele perdeu ponto no fator educação, sendo ultrapassada por 12 países em desenvolvimento humano.

Quanto ao Brasil, principalmente graças a maior taxa de escolaridade - o índice de matrículas passou de 80 a 84 por cento - ele conseguiu subir 5 lugares na classificação em relação ao ano anterior. Mesmo assim a situaçao do país não pode ser considerada nada invejosa, ao contrário.

Em péssimas condições continua o continente africano, em particular a zona subsaariana. Basta dizer que Etiópia, Burkina Faso, Níger e Serra Leoa são últimos da lista estabelecida pelo PNUD. Segundo o relatório, o caminho a ser percorrido pela Africa subsaariana é duas vezes mais longo que o da América Latina.

Em vários países do Leste Europeu a situação continua estagnada ou se agravou, constata o documento da ONU.

Para o PNUD, "a ajuda, abrandamento da dívida, acesso aos mercados e aos capitais privados, bem como a estabilidade da economia mundial são elementos indispensáveis à realização completa dos direitos dos países mais pobres".

swissinfo com agências.

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