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Suíços suam no dia mais quente do ano

Três meninas pulam numa fonte no bairro de St. Alben na Basiléia, no penúltimo dia mais quente do ano: 4 de junho. Keystone

Quarta-feira foi considerada o dia mais quente do ano. Em Visp, no cantão de Wallis, os termômetros chegaram marcar até 33,3 graus na sombra.

Este conteúdo foi publicado em 12. junho 2003 - 11:14

Para refrescar, suíços freqüentam piscinas, lagos e rios. Crianças na escola já não são liberadas mais das aulas, como era comum no passado.

A Suíça, o país que é mais conhecido pelas gélidas montanhas e paisagens cobertas de neve, também vive seus dias de calor tropical. O verão chegou e, com ele, temperaturas pouco habituais para os europeus. Se uns reclamam do calor, outros como as crianças não perdem a oportunidade para se refrescar na fonte mais próxima.

Na quarta-feira, os termômetros bateram os recordes de temperatura: em Visp, cidade no cantão de Wallis, eles chegaram a marcar 33,3 graus na sombra. De acordo com os meteorologistas, a onde de calor é comum para essa época do ano. Eles prevêem que haverão outros dias quentes até o final do verão.

Atenção na hora de fazer esportes

Com o bom tempo, muitos suíços tiram suas bicicletas empoeiradas dos porões ou o tênis de corrida e povoam em massa todas as florestas, caminhos e locais de diversão pública.

Como muitos não estão habituados a extremas temperaturas, o Ministério da Saúde lançou uma nota lembrando que as pessoas devem deixar para fazer esporte apenas nos períodos da manhã e noturno, devido a grande concentração de ozônio nas cidades.

Outra tradição suíça no verão era, até bem pouco tempo, as "férias do calor". Nos dias em que os termômetros alcançavam temperaturas africanas, as crianças nas escolas eram liberadas das aulas para poderem brincar nas ruas ou ficar em casa. A Basiléia foi o último cantão que ainda aplicava essa diretriz. Em maio, o governo acabou com as "férias do calor"

"Nosso objetivo era proteger as crianças do calor e dos elementos nocivos no ar, como o ozônio. Porém, como preferiam ficar nas ruas bricando, a medida acabava sendo inócua. Por isso o governo da Basiléia resolveu acabar com as férias do calor. Agora tentamos evitar que provas sejam feitas nesses dias e inventamos programas alternativos", explica Valerie Rhein, reponsável pela comunicação das escolas no governo estadual do cantão da Basiléia.

Em Zurique os professores das escolas levam seus alunos para passear nas florestas ou para visitar um interessante museu, onde normalmente as temperaturas são mais amenas.

Um dos passeios mais conhecidos é atravessar de bote inflável no rio Aare, fazendo o trajeto Thun e Berna. São mais de quatro horas através de montanhas, planícies, belas cidades medievais e chegando na capital.

swissinfo, Alexander Thoele

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