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Terremoto em Amatrice Suíça dá condolências e oferece ajuda à Itália

Os suíços transmitiram suas condolências e ofereceram ajuda para a vizinha Itália, após o terremoto que reduziu a escombros três cidades do centro do país, matando pelo menos 247 pessoas.


Johann Schneider-Ammann, que detém a presidência rotativa da Suíça neste ano, enviou uma carta de solidariedade ao seu homólogo italiano, Sergio Mattarella.

O ministro das Relações Exteriores, Didier Burkhalter, estava em contato com o seu homólogo, Paolo Gentiloni, disse o Ministério das Relações Exteriores suíço, acrescentando que até o momento não havia registrado nenhuma vítima suíça.

O terremoto de magnitude 6 ocorreu às 3:36 da quarta-feira e foi sentido em uma ampla faixa do centro da Itália, incluindo Roma, onde os moradores que estavam dormindo acordaram com uma sacudida longa seguida de tremores secundários. O terremoto abalou a região de Lazio, Umbria e Le Marche, na costa do Adriático.

Moradores surgiam de suas casas desmoronadas, encontrando o que descreveram como cenas apocalípticas "como o Inferno de Dante", com blocos inteiros de prédios transformados em pilhas de areia e rocha, com uma poeira grossa sufocando o ar e um cheiro pútrido de gás.

"A cidade não está mais aqui", disse Sergio Pirozzi, prefeito da cidade mais atingida, Amatrice. "Eu acredito que o número vai aumentar."

Equipes de resgate usando escavadeiras e as próprias mãos correram para desenterrar os sobreviventes. O número de mortos até a manhã de quinta-feira era de 247, mas o número de mortos e desaparecidos continua incerto dado o grande número de turistas na região.

Veja abaixo as imagens aéreas que mostram a extensão dos danos em Amatrice:

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Qual é a ameaça na Suíça?

(ethz)

Segundo o Serviço Sismológico Suíço (SED), do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH), mais de 500 terremotos são registrados na Suíça a cada ano, apesar de serem bem moderados em magnitude.

Para Michèle Marti, do serviço sismológico, um terremoto de magnitude 6 ocorre na Suíça, em média, a cada 50-150 anos. A última vez foi em 1946, quando três pessoas morreram e muitas ficaram feridas.

As áreas de mais risco ficam nos cantões de Valais, Basileia, no vale do Reno em St Gallen e na região central do país.


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