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Trechos escolhidos pela autora

"Le Piège" a violência no cotidiano.

(swissinfo.ch)

"Le Piège" (A Armadilha), Editora Cabédita, é o único testemunho verídico, publicado em livro, na Suíça

« Quando a gente é estuprada pelo marido, é a confusão total na cabeça….A gente não entende. Quanto mais se procura compreender, menos claro se vê. A gente se perde em qustões sem resposta porque não quer aceitar a realidade. » Pág. 38

« Nossa vida continuava com a mais bela aparência de um casal feliz, ele arquiteto, ela bióloga. De certa maneira, parecia muito com o presente de casamento dos pais dele, uma comédia. » Pág.47

« Eu tinha entendido que os loucos não iam ao Centro de Terapias Breves. Ficavam do lado de fora, entre os que fingiam ser normais sem se questionar. » Pág. 107

« Esse homem tão perfeito, tão digno, me impediu de ir ver meu pai e minha mãe quando morreram ! Além disso, enquanto eu estava no hospital perdendo nosso filho, ele se consolova na cama de uma outra mulher ! » Pág. 133

« …A violência conjugal é banalizada, porque é um fenômeno freqüente. Ela só cessará, como toda violação dos direitos humanos, quando a sociedade aceitar ver a verdadeira realidade. » Pág. 208

« Eu escrevi esse livro para transmitir tudo o que vivi e aprendi durante e depois desses anos de inferno. Pensei que não podia guardar isso tudo para mim. Cada um de nós tem deveres para com a sociedade. Milhares de pessoas ainda são vítimas da violência e da injustiça. » Pág. 210

swissinfo, tradução: Claudinê Gonçalves


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