Sindicatos contestam relatórios de desaceleração econômica

Os principais sindicatos da Suíça pediram um aumento salarial de 2% e um pagamento adicional de CHF50 para as mulheres em empregos mal remunerados.

Este conteúdo foi publicado em 09. setembro 2019 - 13:15
Os membros dirigentes da União Sindical Suíça, juntamente com o Presidente Maillard (centro), apresentam as reivindicações salariais em uma conferência de imprensa Keystone/Peter Schneider

Antes das negociações periódicas com as associações patronais de diferentes setores da indústria e dos serviços, a União Sindical Suíça diz que o aumento é necessário para compensar a inflação e os aumentos incessantes do seguro de saúde obrigatório. 

O presidente do sindicato, Pierre-Yves Maillard, disse que ignorar esses fatos levaria a um aumento da diferença entre os ricos e os menos favorecidos.

O grupo sindical argumenta que suas demandas são justificadas, apesar de uma perspectiva econômica incerta para a Suíça para o próximo ano. O sindicato afirmou que a situação atual era melhor do que muitas vezes descrita e que muitas empresas estariam repletas de encomendas e precisavam de pessoal extra. 

A união sindical diz que é mais que tempo de reduzir as discrepâncias salariais entre homens e mulheres após os protestos públicos de junho

Na semana passada, o instituto de pesquisa BAK Economics reduziu sua previsão de crescimento de 1,2% para 0,7% para o próximo ano, enquanto a Secretaria de Estado da Economia do governo registrou uma ligeira queda no crescimento econômico nos últimos três meses.

As principais razões citadas são o aumento da incerteza e um enfraquecimento da economia na Europa. 


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