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O fim de uma viagem para promoção da democracia direta

Militares controlando o acesso ao Monumento da Democracia em Bangkok, capital da Tailândia. Keystone

Objetivo alcançado! Bruno Kaufmann, correspondente internacional da democracia para swissinfo.ch e da plataforma #DearDemocracy, está de volta de uma viagem de 200 dias, onde tomou o pulso da democracia e da participação cívica em todo o mundo. De volta ele traz uma mochila cheia de histórias coloridas - boas e ruins.

Este conteúdo foi publicado em 09. julho 2018 - 12:15
Urs Geiser (texto) e Helen James (editora de imagens), swissinfo.ch

Em sua volta ao mundo, o jornalista fez paradas em 100 cidades em 20 países nos cinco continentes.

Nos locais que visitou, Kaufmann conheceu ativistas, combatentes da independência, jornalistas locais, monges budistas, prefeitos, diplomatas de alto escalão, funcionários de fronteira curiosos e muitas outras pessoas interessadas e interessantes.

Enquanto acadêmicos e comentaristas falam de um declínio mundial da democracia liberal, Kaufmann basicamente descobriu o oposto: um mundo de desenvolvimentos encorajadores e conquistas pouco conhecidas.

A maior parte disso acontece em nível local e regional, longe das grandes manchetes. As cidades e as províncias ousam progredir onde a democracia em nível nacional é, de fato, muitas vezes insuficiente e problemática ou mesmo falha. A conclusão de Kaufmann: O local tornou-se a verdadeira abordagem global da democracia moderna.

Nós traçamos o #ddworldtour de 200 dias de Bruno Kaufmann em vinte etapas.

Nota: Os links nas legendas vão para o "diário de registros" que Kaufmann escrevia regularmente para o portal em inglês do site #DearDemocracy.

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