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Suíça investiga fundos angolanos por lavagem de dinheiro

O gabinete do Procurador Geral da Suíça (OAG) autorizou várias buscas no país devido a uma suposta operação de lavagem de dinheiro que afetou o Fundo Soberano Angolano e o Banco Nacional de Angola.

Este conteúdo foi publicado em 18. maio 2018 - 10:41
SDA-ATS

O procurador-geral abriu processo criminal contra pessoas de identidade não revelada, conforme anunciou à agência de notícias financeiras AWP na quinta-feira. A declaração confirma informações publicadas na quarta-feira em vários jornais suíços.

O processo criminal está ligado a possíveis delitos contra os bens detidos pelo Banco Nacional de Angola e pelo fundo soberano angolano (Fundo Soberano de Angola), afirmou o OAG.

De acordo com os jornais, os escritórios de Jean-Claude Bastos, o chefe angolano-suíço do fundo Quantum Global, sediado em Zug, estavam entre as instalações visitadas pela polícia. O empresário foi nomeado nas revelações dos "Paradise Papers" e até recentemente responsável pela gestão do fundo soberano angolano.

Após o escândalo dos Paradise Papers, a ex-conselheira federal Ruth Metzler deixou o conselho da Quantum Global no final de 2017. Ela disse que sua decisão baseou-se em acusações sérias de "práticas comerciais suspeitas da empresa em Angola".


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