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Bens e serviços tornam-se mais caros apesar de baixa na inflação

A inflação caiu na Suíça, mas o custo de algumas coisas essenciais na vida, como habitação e educação, continua subindo.

Este conteúdo foi publicado em 09. janeiro 2017 - 09:00
swissinfo.ch
Os preços de alguns itens essenciais aumentaram acentuadamente na última década Keystone

Apesar da reputação da Suíça como "ilha do preço alto ", a taxa da inflação anual média em 2016 caiu 0,4%, revelou a Secretaria Federal de Estatísticas na quinta-feira (05).

O índice suíço de preços ao consumidor (IPC) caiu 0,1% em dezembro em relação ao mês anterior. A inflação foi de 0% em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou a agência.

Um gráfico swissinfo.ch, no entanto, mostra alguns caminhos surpreendentemente divergentes na evolução dos preços de diferentes bens e serviços na Suíça desde 2000. Em outras palavras, alguns itens essenciais ficaram mais caros, enquanto alguns itens menos essenciais estão mais baratos do que antes.

Conteúdo externo

Alguns bens e serviços básicos, como habitação e educação, aumentaram 25%.

Em contrapartida, os itens de "lazer", como comunicação (telefones fixos e móveis), recreação e cultura (eletrônicos, viagens, esportes e livros) diminuíram mais no preço.

Altos e baixos

Nem tudo se encaixa nesse padrão. Os custos para o álcool e tabaco, e para restaurantes e hotéis, aumentaram acentuadamente. Os preços geralmente permaneceram os mesmos para itens mais essenciais, como cuidados com a saúde e transporte.

A confiança do consumidor permanece baixa em comparação com picos há três anos, há seis anos e há uma década. Não houve qualquer mudança no sentimento dos consumidores na Suíça no último levantamento entre julho e outubro, de acordo com o Secretariado de Estado de Assuntos Econômicos (SECO), que avalia a situação das famílias suíças trimestralmente.

A avaliação mede fatores como as expectativas dos consumidores, sua situação financeira, a evolução dos preços e a segurança do emprego. No entanto, os consumidores acreditavam que as perspectivas para a economia eram consideravelmente melhores do que em julho.

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