"Comer é um ato agrícola"

A primeira filial suíça da ONG Slow Food, aberta no cantão do Ticino, completou 30 anos de existência. Foi a primeira seção do movimento fora da Itália do movimento que defende as tradições agrícolas e a gastronomia local. Hoje ela tem 100 mil sócios nos cinco continentes.

Este conteúdo foi publicado em 28. maio 2017 - 14:37

Era 1987. No congresso da Associação Link esterno – criada em Bra, no Piemonte, como o nome de Arci Gola – participaram alguns suíços do Ticino, cantão suíço de língua Italiana – guiados por Giorgio Canonica, um dos fundadores do movimento ecologista. O grupo de amigos fundou uma conduta, dando origem ao Slow Food Suíça (registrado com esse nome em 1993).

Para comemorar seus 30 anos, Slow Food Ticino lançará um aplicativo com hospedarias, restaurantes e comércio sustentável do cantão do Ticino.

As principais armas do Slow Food, criado por oposição à cultura do fast-food e a agricultura industrial são a “Arca do Gosto”, um catálogo eletrônico de produtos com risco de extinção e a constituição de grupos para descobrir esses produtos e remetê-los no mercado. Na Suíça existem 22 desses grupos e no mundo mais de 500. O vídeo a seguir mostra um pouco da história da primeira seção suíça do Slow Food.

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