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Quando Blaise Cendrars fala de si

Há cem anos era publicado “A prosa do Transiberiano e a pequena Jehanne de France”, poema de viagem na terra, mas também na sua cabeça. Ao entrar na prestigiosa coleção literária francesa “La Pléiade”, Blaise Cendrars encontra seu lugar na literatura universal.

Este conteúdo foi publicado em 13. maio 2013 - 13:58

Nascido em 1887 em La Chaux-de-Fonds, no cantão de Neuchâtel, Cendrars começou a ter vontade de sair aos dezessete anos. Ele contou que poderia ter escolhido o oeste, mas que foi por acaso ter ido ao leste. Ele viajou até o outro lado da Rússia, em Vladivostok. Depois, se perde nos cantos mais improváveis e escreve sobre isso. Falecido em 1961 em Paris, os livros permanecem, fotos e...sua voz.

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