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Refugiados na Suíça Um bebê da Síria batizado com o nome "Heidi"

Quando o trabalho lhe permite, suíça Sarah Dürr visita uma vez por semana a família síria Monjid. O seu trabalho voluntário acabou se tornando uma verdadeira amizade. 

A família de quatro sírios chegou do Líbano, onde estavam refugiados depois que seu bairro em Damasco havia sido bombardeado. Eles receberam acolho na Suíça por fazer parte do grupo de refugiados "deslocados", aceitos no país através de acordos internacionais. 

A Suíça participa do programa de deslocamento do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNURLink externo, em português), voltado a grupos fragilizados como famílias, crianças e idosos. 

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A jovem família vive hoje em um pequeno apartamento no vilarejo de Muhen, no cantão da Argóvia. Durante dois anos ela foi acompanhada pela organização Caritas, a pedido do governo cantonal. Nela atuam voluntários, que ajudam os refugiados a se integrarem no país. 

No início eles aprenderam vários elementos da cultura e sociedade suíças como a separação de lixo ou as regras de convivência em um prédio residencial. A comunicação era difícil, sendo que muitas vezes os voluntários utilizaram o Google Translator. Depois que Ibrahim, o pai, começou a estudar alemão, a situação melhorou e ele até se tornou mais independente. 

A família Monjid ainda luta para se integrar. Eles ainda não conseguiram encontrar trabalho. As crianças frequentam a escola. Moatasim, seis anos, participa até do clube de futebol. A mãe Taghrid já frequentou cursos de alfabetização, mas ainda não fala o alemão. O segundo filho nasceu há pouco. Ela foi batizada com o nome de "Heidi", uma homenagem à Suíça que os acolheu. 

Sarah Dürr tenta ensinar a mãe a falar alemão. Ela considera que Ibrahim deveria se esforçar mais para aprender o idioma do país de acolho. Pois senão, ele não poderá concretizar o seu sonho: fazer uma formação profissional de pintor de paredes, para poder exercer a sua profissão, como o fazia na Síria ou no Líbano, também na Suíça. O cantão já lhe financiou quatro cursos de alemão. Ele agora precisa contar consigo mesmo para se tornar independente.

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