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Discriminação racial persiste no trabalho e na escola

Os centros de aconselhamento suíços relataram 278 casos de discriminação com base em cor, etnia ou religião no ano passado – uma queda de 10% em relação a 2017.

Este conteúdo foi publicado em 08. abril 2019 - 11:04
Manifestantes tomaram as ruas de Genebra em janeiro para protestar contra o racismo e a xenofobia na política suíça © Keystone/Martial Trezzini

Os autores do relatório publicado na segunda-feira (8) dizem que as razões para a diminuição são muito diversas e os números não podem ser usados para fazer declarações gerais sobre discriminação racial no país.

Como em anos anteriores, muitos casos relatados ocorreram no local de trabalho e nas escolas, creches ou outras instituições de ensino, de acordo com a Comissão Federal contra o RacismoLink externo e o grupo humanrights.chLink externo.

O abuso verbal foi a principal forma de discriminação racial, enquanto a xenofobia o motivo mais frequentemente relatado, seguido de hostilidade contra pessoas de cor, dizem os autores do relatório anual.

Eles advertem que os dados, compilados por 24 centros de aconselhamento em toda a Suíça, provavelmente não mostrarão toda a extensão da discriminação na Suíça.

Mas o relatório quer destacar o leque de aconselhamento oferecido pelos centros, de acordo com um comunicado de imprensa.

Além dos 278 casos investigados, os centros também registraram 108 casos sem evidência suficiente, 27 casos em que nenhuma discriminação racial pôde ser comprovada, bem como 59 casos em que as vítimas relataram casos, mas sem o direito a investigações posteriores.


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