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Casos de encefalite transmitida por carrapatos permanecem altos, apesar de campanha de vacinação

Mais de 250 casos de meningoencefalite do início do verão transmitida por carrapatos foram registrados na Suíça em 2019, o segundo maior número desde o ano 2000.

Este conteúdo foi publicado em 13. novembro 2019 - 14:31
As várias fases de um carrapato, com uma uma fêmea adulta e um macho adulto, da esquerda para a direita © Keystone / Gaetan Bally

No seu boletim semanal publicado na segunda-feira (11), o Departamento Federal da Saúde declara que, até ao final de outubro, 251 casos da doença haviam sido notificados. No início do ano, o governo lançou uma campanha nacional de vacinação contra a doença.

O número fica atrás apenas do recorde de 353 casos do ano passado. O terceiro maior número de casos registrados em um único ano aconteceu em 2017, com 250. No geral, desde o ano 2000, os casos anuais têm flutuado, com alguns anos vendo menos de 100 incidentes, mas com um aumento constante nos últimos cinco anos.

A encefalite transmitida por carrapatos ataca o sistema nervoso e pode resultar em paralisia, sequelas permanentes ou morte, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O departamento de saúde também observou que as consultas de pacientes com picadas de carrapatos, bem como de pacientes com sinais da doença de Lyme - outra doença transmitida por carrapatos - estavam ambas dentro da faixa normal em 2019, com 18.000 e 9.300, respectivamente.

A OMS diz que o risco de contrair as doenças é maior quando se caminha ou acampa em áreas florestais até uma altitude de cerca de 1.500 metros.

Os conselhos para evitar doenças transmitidas por carrapatos são principalmente precauções práticas, como usar calças compridas e calçados fechados ao caminhar ou acampar na natureza. A OMS também diz que "todo o corpo deve ser inspecionado diariamente e os carrapatos removidos o mais rápido possível".

Os carrapatos têm de ser devidamente removidos com pinças. Se as partes da boca do carrapato permanecerem debaixo da pele por mais de 36-48 horas, há o risco de contrair uma doença.


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