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Suíça reabre investigação sobre África do Sul

Deputado Franz Wicki preside a Comissão Parlamentar que quer reabrir investigações Keystone

Uma Comissão Parlamentar anunciou sua intenção de reabrir investigação sobre o envolvimento da Suíça com a África do Sul durante o regime de Apartheid.

Este conteúdo foi publicado em 27. novembro 2001 - 11:25

A ONG, Jubille South Africa, pressiona a Suíça para que retome as investigações sobre as relações entre Berna e Pretória durante o regime de Apartheid. Depois de declarações feitas por Wouter Bassom, ex-diretor do Programa de Armas Químicas da Africa do Sul e que se encontra atualmente em julgamento, abre novas frentes para a reativação do processo de investigação por parte da Comissão Parlamentar presidida pelo deputado Franz Wicki.


Nessas declarações aparece o nome de Peter Regli, ex-chefe do serviço de inteligência do Exército. Segundo Bassom, Regli teria colaborado na aquisição de armas químicas russas destinadas à África do Sul, em 1992, governada então pelo regime de Apartheid.

Ong promete levar processo até o fim

A segunda parte da investigação diz respeito aos empréstimos de bancos suíços, entre eles UBS e Credit Suisse, ao regime sul africano.

Ed Fagan, um advogado americano conhecido na Suíça por seu trabalho em defesa das vítimas do holocausto e que agora aparece para defender os interesses da Jubille South Africa, afirma que se houver colaboração por parte das instituições financieras e do Parlamento suíço, as investigações devem ser concluídas em dois anos.

Neville Gabriel, porta-voz da ONG Jubille South Africa, afirmou a disposião de levar o processo até o fim e que esperam que as instituições financieras e autoridades suíças colaborem com responsabilidade e clareza.


swissinfo com agências

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