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As melhores start-ups da Suíça

O fabricante de um drone capaz de penetrar em terrenos inacessíveis ao ser humano é um dos cinco melhores inovadores premiados em 2018. starup.ch
Este conteúdo foi publicado em 07. setembro 2018 - 15:00

Uma pulseira para determinar os dias férteis, uma torre de controle para veículos não tripulados, tecnologias avançadas para o diagnóstico de tecido humano, pele cultivada em laboratório: estas são as inovações desenvolvidas pelas melhores startups suíças premiadas ​​quarta-feira no TOP 100 Swiss Startup Awards.

Start-ups, isto é, jovens empresas que desenvolvem novas ideias tecnológicas ou comerciais com alto potencial de crescimento, representam de certa forma a capacidade de inovação de uma região econômica. A atividade destas 'mudas' é particularmente reveladora para a Suíça, que foi classificada pelo oitavo ano consecutivo como número 1 no índice de inovação global publicado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).

Neste contexto, os TOP 100 Swiss Startup Awards são uma excelente oportunidade para avaliar as tendências e perspectivas do setor a cada ano. Em primeiro lugar, entre as 100 melhores start-ups do ano, selecionadas por um júri de especialistas, quase a metade é baseada no cantão de Zurique e um quarto no cantão de Vaud. Nove empresas de Zurique e de Vaud estão entre as dez melhores do ranking.

Isso demonstra o dinamismo do centro econômico de Zurique e do Lago de Genebra, mas também a importância da presença nestas regiões dos dois Institutos Federais de Tecnologia (ETH Zurich e EPFL), considerados entre os melhores institutos tecnológicos do mundo. Por muitos anos, grandes esforços foram feitos para aproximar o setor de pesquisa científica e tecnológica do mundo dos negócios. Vários programas foram lançados para promover a criação de empresas por jovens estudantes ou recém-formados.

As 100 jovens empresas também incluem firmas ativas nas áreas de tecnologia da informação, engenharia, biotecnologia e tecnologia médica. A influência dos Institutos Federais de Tecnologia e outras universidades também é evidente, assim como a grande tradição de pesquisa médica e farmacêutica na Suíça. Por outro lado, apenas algumas start-ups estão ligadas ao blockchain, apesar da proliferação dessas empresas nos últimos anos (incluindo várias centenas na Suíça).

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Os prêmios do TOP 100 Swiss Startup Awards são apresentados anualmente pela Venturelab, um programa lançado pela Agência suíça para a promoção da inovação (Innosuisse), em estreita colaboração com universidades, institutos federais de tecnologia e ciências aplicadas. Veja aqui uma breve apresentação dos cinco primeiros do ranking de 2018:

1. Ava 

A empresa de Zurique, que já havia ganho o primeiro lugar no ano passado, desenvolveu uma pulseira que pode determinar com precisão de 90% o ciclo menstrual e, portanto, os dias de fertilidade de uma mulher. A pulseira da Ava permite que você colete dados de 9 parâmetros fisiológicos durante o sono, incluindo mudanças na temperatura corporal, pulso, freqüência respiratória, perda de calor e fases do sono. A start-up já teve grande sucesso nos Estados Unidos e atualmente está desenvolvendo seu mercado na Europa e na China.

2. Bestmile

A empresa de Lausanne criou um programa que coordena a mobilidade de veículos não tripulados como uma torre de controle. Graças a esta tecnologia, é possível acompanhar cada veículo em tempo real, otimizando os tempos de espera, rotas e possíveis paradas. O programa Bestmile já é usado para serviços de transporte em Sion, Valais e algumas cidades francesas.

3. Lunaphore

Este filhote Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Lausanne (EPFL), que atua no setor de tecnologia médica, desenvolveu tecnologias avançadas para o diagnóstico de tecidos, principalmente para análise e classificação de tumores. O dispositivo desenvolvido pela Lunaphore é baseado em um chip microfluídico, que melhora os testes de diagnóstico, aumentando sua velocidade e precisão.

4. Flyability

Outra start-up do cantão de Vaud, a Flyability constrói drones envolvidos por uma esfera de proteção, graças à qual eles podem alcançar os locais mais inacessíveis, sem se avariar ou danificar o meio ambiente. A tecnologia desenvolvida por essa empresa também filhote da EPFL possibilita, entre outras coisas, a coleta de dados durante os voos de inspeção, reduzindo assim o risco de acidentes para os operadores e os custos da operação.

5. Cutiss

A start-up de Zurique é especializada em cultura de pele em laboratório para pacientes com defeitos ou lesões cutâneas (por exemplo, queimaduras). Os bioengenheiros da Cutiss são capazes de personalizar a pele a partir de uma biópsia muito pequena da epiderme do paciente. Como a pele recriada é muito semelhante à pele humana, as cicatrizes produzidas após a cirurgia são mínimas.

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