Famílias esperam reduzir custos com os filhos
O Parlamento aprovou projeto do governo suíço de aplicar mais de 96,8 milhões de francos suíços (97,3 milhões de dólares) em subsídios para creches e outros serviços de acolhimento de crianças.
A proposta foi lançada no ano passado com o intuito de contraatar pessoal e ampliar o leque de opções de assistência à infância.
A Suíça é conhecida por ter uma assistência à infância muito cara em comparação com outras países ocidentais, como revelado em uma pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2015.
O custo total de um lugar numa creche – depois de deduzir várias formas de assistência – chega a cerca de 30% do renda média suíça. A Suíça investe apenas 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) na assistência à infância, menos do que a maioria dos outros países europeus.
Na terça-feira, a Câmara dos Deputados seguiu o Senado e aprovou os incentivos financeiros para as autoridades cantonais e locais durante os próximos cinco anos.
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Calculando o custo do apoio social à criança
Os que apoiaram o projeto, principalmente partidos de centro e de esquerda, argumentaram que os custos extra-familiares das crianças estavam a desencorajar muitas mulheres de procurar emprego e que a mão-de-obra feminina – depois de uma lei que limita os trabalhadores imigrantes – e que precisava de um impulso.
O ministro do Interior, Alain Berset, disse que a Suíça está muito atrás de outros países no apoio às institituições infantís.
Os adversários da medida advertiram que os incentivos do Estado estavam minando os esforços privados e levaria a um aumnto dos gastos federais.
Desde 2003, o governo atribui cerca de 350 milhões de francos para as creches, criando mais de 54 mil vagas para crianças em creches.
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