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Represálias não eliminam terrorismo

Joseph Deiss preside a reunião dos membros da Comissão econômica da ONU para a Europa

(Keystone Archive)

"A força não basta". Os atentados nos Estados Unidos reforçaram a necessidade de uma estratégia de desenvolvimento sustentado. Em discurso de abertura, em Genebra, de uma reunião preparatória da "cúpula da Terra", em 2002, o chefe da diplomacia suíça, Joseph Deiss, insistiu que "a longo prazo, as represálias não eliminam as raízes do terrorismo".

O ministro suíço das Relações Exteriores foi eleito presidente da reunião preparatório, em Genebra, da "Cúpula da Terra", a ser realizada em setembro de 2002, em Joanesburgo, África do Sul.

A força não basta

Diante dos 500 participantes de 55 países da Europa e América do Norte, Joseph Deiss reiterou a "solidariedade incondicional" aos EUA e o apoio da Suíça à busca e castigo dos responsáveis dos atentados do 11 de setetembro.

No entanto, ressaltou que, "a longo prazo, as represálias não eliminam as raízes do terrorismo". Disse que "só a força não basta" e defendeu a elaboração de uma "estratégia para promover o desenvolvimento sustentável".

Deiss insistiu que é preciso "enviar um sinal forte" nessa direção antes da cúpula de Joanesburgo, que deverá ter "um impulso tão importante quanto a EcoRio 92".

Uma declaração deverá ser divulgada, terça-feira, ao final do encontro dos membros da Comissão Econômica da ONU para a Europa.

swissinfo com agências

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