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Foto tirada em 30 de setembro de 2016 mostra propaganda do Samsung Galaxy note 7, em La Défense, distrito próximo a Paris

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A Samsung ampliou nesta quinta-feira a retirada do mercado americano dos smartphones Samsung Galaxy Note 7, cujas baterias entram em combustão, ao incluir os aparelhos substitutos entregues aos clientes.

O anúncio, replicado pela Comissão de Proteção dos Consumidores (CPSC), informou que o recall implica a 1,9 milhão de dispositivos, incluindo o um milhão anunciado em 15 de setembro.

"Os consumidores deverão deixar de usar imediatamente e desligar todos os telefones Galaxy Note 7, incluindo os dispositivos Note 7 que foram entregues em substituição" após o recall anterior, disse a instituição em comunicado.

No início da semana, a Samsung anunciou que retiraria todos os Note 7, incluídos os que foram entregues em substituição, e que suspenderia a produção de seu principal dispositivo.

A companhia sul-coreana anunciou a retirada de 2,5 milhões de Note 7 em dez mercados após várias denuncias de que as baterias pegavam fogo enquanto carregavam. Depois teve que ampliar a medida quando se soube que os telefones entregues em substituição também entravam em combustão.

Nesta quinta-feira, a Samsung informou em comunicado publicado por sua sede nos Estados Unidos que oferecerá um crédito de 100 dólares aos clientes que queiram trocar o Note 7 por outro dispositivo Samsung.

"Temos o compromisso de fazer tudo o que podemos para resolver isso de forma correta".

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AFP