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Governança corporativa Salários altíssimos na FIFA contradizem promessa de reforma

Apesar das promessas de reforma e de crescentes prejuízos, o órgão mundial de futebol, baseado na Suíça, teria pago quase US$ 10 milhões (CHF 9,8 milhões) ao seu conselho diretor no ano passado.

Gianni Infantino, presidente da FIFA, durante o sorteio da Copa do Mundo no Kremlin, em dezembro

Gianni Infantino (centro) assumiu o posto de Sepp Blatter em 2016 com a promessa de implementar disciplina financeira na FIFA 

(Keystone)

O jornal The New York Times citou fontes anônimas dizendo que cada um dos representantes eleitos no conselho de 37 membros da Fifa ganhou US$ 250.000, mais dezenas de milhares de dólares em despesas de viagem.

O jornal suíço Tages-Anzeiger, ao seguir a história, diz que a FIFA não quis comentar. Mas os supostos salários devem ser confirmados quando a FIFA divulgar oficialmente seu último relatório financeiro em março.

Para um conselho programado para se reunir apenas três vezes este ano, essa compensação "supera muito os pagamentos por trabalhos similares em algumas das maiores empresas com fins lucrativos do mundo", diz o New York Times. Isso também parece contrariar promessas repetidas do presidente da FIFA, Gianni Infantino, para restaurar a credibilidade da organização ao impor disciplina financeira.

"Deve haver, especialmente para uma organização sem fins lucrativos, algum tipo de justificativa para essa quantia", disse Alexandra Wrage, presidente da consultoria de governança corporativa Trace International, ao New York Times.

Infantino foi eleito em 2016 após um grande escândalo de corrupção na FIFA, que levou à saída da maioria dos principais líderes da organização, incluindo Sepp Blatter, Michel Platini e Jérôme Valcke.


swissinfo.ch/ets

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