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África é continente 'mais exposto à criminalidade cibernética', diz pesquisador

A taxa de vulnerabilidade da infraestrutura digital chega a 83% afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. outubro 2019 - 19:24
(AFP)

A África é o continente mais exposto à criminalidade cibernética - afirmou nesta quinta-feira (3) o CEO do Global Voice Group, James Claude, na Conferência de Cibersegurança da África, que acontece em Abidjan.

"A taxa de vulnerabilidade das infraestruturas digitais chega a 83%, deixando uma porta aberta para poder infectar os equipamentos", diz este especialista do Global Voice Group, organização que fornece soluções digitais para agências de regulação e bancos centrais, em especial na África.

Para ele, a África deve "investir consideravelmente em cibersegurança, se quiser chegaram de forma tranquila à Quarta Revolução Industrial".

"A cibersegurança é incontornável para os 400 milhões de usuários de telefonia móvel na África", completou.

Na África Subsaariana, mais de 10% das transações são feitas por transferência, ou pagas por celular.

De acordo com números oficiais divulgados durante o evento, a criminalidade cibernética custa 150 milhões de dólares por ano à África do Sul; 650 milhões de dólares, à Nigéria; e 250 milhões de dólares, ao Quênia.

"É um fenômeno importante. É uma ameaça que pode frear o desenvolvimento da economia digital na África", insistiu Claude.

Os participantes insistiram no papel que o Estado deve desempenhar para impulsionar o investimento na formação de jovens e na criação de universidades neste campo.

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