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'O imperialismo busca ferir a democracia' da Venezuela, diz Morales

O presidente da Bolívia, Evo Morales afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. janeiro 2019 - 21:39
(AFP)

O presidente boliviano, Evo Morales, ratificou nesta quarta-feira (23) a sua solidariedade com seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, não reconhecido por Estados Unidos e vários governos da região, e assinalou que o "imperialismo" busca ferir novamente a democracia e autodeterminação da região.

"Nossa solidariedade com o povo venezuelano e o irmão @NicolasMaduro nessas horas decisivas nas quais as garras do imperialismo buscam novamente ferir até a morte a democracia e autodeterminação dos povos da #AméricadoSul", afirmou o governante em sua conta pessoal no Twitter.

O presidente afirmou que "nunca mais seremos o quintal dos #EUA".

Vários governos da região, como Brasil, Colômbia, Argentina, Chile, Peru e Canadá não reconheceram a administração de Maduro e reconheceram o chefe do Parlamento, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino.

Morales, um indígena de tendência esquerdista e no poder desde 2006, tem sido leal em manifestar seu apoio à Venezuela desde a gestão do falecido Hugo Chávez e a ratificou com seu sucessor Maduro.

Também disse várias vezes que os Estados Unidos têm um plano em curso para derrubar o governo venezuelano.

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