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Alívio para venezuelanos com reabertura da fronteira com a Colômbia

Fila para cruzar a ponte Simon Bolivar, de San Antonio del Táchira, na Venezuela, para Cúcuta, na Colômbia afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 08. junho 2019 - 20:52
(AFP)

Os venezuelanos tiveram um pequeno alívio, neste sábado, após a reabertura parcial das pontes fronteiriças com a Colômbia. Milhares conseguiram cruzar a pé para se abastecer de produtos em escassez em seu país ou receber atendimento médico, apesar do bloqueio com contêineres que se mantém do lado venezuelano.

O governo de Nicolás Maduro reabilitou a passagem de pedestres pelo estado de Táchira depois de ter ordenado, em fevereiro, o fechamento da fronteira com a Colômbia para impedir a entrada de ajuda americana ante a grave escassez de alimentos e insumos médicos em seu país.

A medida anunciada na sexta pelo mandatário entrou em vigor neste sábado e permitirá a entrada e saída de venezuelanos entre as seis da manhã e nove da noite, explicou a vice-presidente Delcy Rodríguez em um tuíte.

Desde o início da manhã, milhares de pessoas foram às as pontes fronteiriças que conectam Táchira ao departamento colombiano de Norte de Santander, observaram jornalistas da AFP.

O chefe da Migración Colombia, Christian Krüger, reportou um "leve incremento" em relação ao fluxo habitual na fronteira, sobretudo nas pontes Simón Bolívar e Francisco de Paula Santander, na cidade de Cúcuta.

Ao meio-dia, cerca de 18.000 personas haviam entrado a partir da Venezuela e mais de 8.000 saíram da Colômbia, detalhou o funcionário em uma declaração à imprensa.

Venezuelanos que falaram com a AFP se queixaram igualmente das longas filas e espera para cruzar para território colombiano.

Antes do fechamento da fronteira, uma média de 30.000 pessoas passavam diariamente pela Simón Bolívar, segundo cálculos de migração.

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