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Abdel Fattah Al-Sissi, presidente egípcio, fala à imprensa em 27 de junho de 2014

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O presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sissi, pediu nesta segunda-feira aos egípcios que engulam o "remédio amargo" da redução dos subsídios do Estado para combustível, com o objetivo de calibrar a economia do país.

A medida já provocou o aumento dos preços.

"Quando vocês me pediram que eu me candidatasse à presidência, o contrato entre vocês e eu era que vocês apoiariam as medidas de austeridade", declarou Sissi, em pronunciamento transmitido pela televisão, no qual convocou os egípcios a fazerem "sacrifícios".

Além da gasolina, cigarro e bebidas alcoólicas também ficam mais caros. O governo aprovou ainda o aumento de impostos e anunciou que o preço da energia elétrica vai subir nos próximos cinco anos.

Nesta segunda, autoridades dos serviços de segurança disseram à AFP que foram apreendidos no delta do rio Nilo 11.430 litros de gasolina destinados ao mercado negro.

As repetidas crises desde o início de 2011 afugentaram turistas e investidores do Egito. Atualmente, essa frágil economia sobrevive graças à ajuda proveniente do Golfo, em especial, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.

O Egito dedica mais de 30% de seu orçamento aos subsídios à gasolina, uma das mais baratas do mundo, e aos produtos alimentícios.

AFP