Navigation

Al Sissi preferiria deportar jornalistas da Al Jazeera condenados

Abdel Fattah Al-Sissi, presidente egípcio, fala à imprensa em 27 de junho de 2014 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. julho 2014 - 21:50
(AFP)

O presidente egípcio, Abdel Fatah al Sissi, preferiria deportar os três jornalistas da Al Jazeera condenados à prisão antes da celebração de um julgamento contra eles, noticiou um jornal neste domingo.

Um tribunal egípcio condenou, em 23 de junho, a penas de sete a dez anos de prisão, os três jornalistas - o egípcio-canadense Mohamed Fadel Fahmy, seu colega australiano, Peter Greste, e o egípcio Baher Mohamed - por apoiar o movimento da Irmandade Muçulmana do presidente deposto Mohamed Mursi.

Esta condenação teve "um efeito muito negativo" e o governo "não teve nada a ver", declarou Sissi durante mesa redonda com chefes de redação, segundo declarações publicadas no jornal Al Masri al Yum.

"Teria preferido sua deportação após a detenção a um julgamento", acrescentou, sem explicar como Fahmy e Mohamed, que possuem nacionalidade egípcia, poderiam ter sido expulsos do Egito.

Este veredicto provocou reações internacionais, como a dos Estados Unidos, que qualificaram a sentença de "arrepiante e draconiana" e pediu ao governo a comutar estas penas para poder libertar os jornalistas.

Diante destas reações, Sissi tinha dito, então, que as autoridades não deviam se envolver em assuntos judiciais.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.