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Anistia denuncia ineficácia em investigação do assassinato de Marielle Franco

Foto da ativista e vereadora Marielle Franco é exibida na praia de Ipanema a um mês de seu assassinato, em 14 de abril de 2018 no Rio de Janeiro afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. julho 2018 - 20:33
(AFP)

A Anistia Internacional (AI) denunciou nesta quinta-feira a "falta de vontade" das autoridades para investigar o assassinato da vereadora Marielle Franco, há quatro meses, e pediu o estabelecimento de uma instância "independente" para garantir o avanço do caso.

"Após quatro meses, a não resolução do assassinato de Marielle Franco demonstra a ineficácia, incompetência e a falta de vontade das instituições do Sistema de Justiça Criminal brasileiro para resolver o caso", afirmou Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia em comunicado.

"É urgente o estabelecimento de um mecanismo externo e independente para monitorar essa investigação", acrescentou.

"Esse mecanismo não é para substituir as investigações, é para monitorar, para que as investigações estejam sendo feitas de uma forma correta, célere, e que não sofram indevidas interferências externas", explicou Renata Neder, assessora de Direitos Humanos da AI, à imprensa.

Marielle Franco, vereadora do Psol, de 38 anos, foi assassinada a tiros no dia 14 de março dentro de um carro, junto com o motorista Anderson Gomes.

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