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Argentina supera as 3.000 mortes por COVID-19

O laboratorio Inmunova desenvolveu um soro equino que pode ajudar no tratamento de pacientes com COVID-19 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. julho 2020 - 01:08
(AFP)

A Argentina registrou nesta segunda-feira (27) 3.059 mortes pela COVID-19, com um pico de 121 falecimentos nas últimas 24 horas, em um momento em que as autoridades avaliam se voltam a endurecer as medidas de confinamento, informou o Ministério da Saúde.

No total, a Argentina soma 164.403 contaminações, com 4.890 novos casos nesta segunda-feira.

Embora cerca de 90% dos novos casos se concentrem na região metropolitana de Buenos Aires, as autoridades alertaram para a existência de surtos na maioria das províncias.

Há 1.002 infectados pela COVID-19 internados em unidades de terapia intensiva, um serviço que registra ocupação de 54,2% em nível nacional e de 63,5% na região metropolitana de Buenos Aires.

Contudo, o vice-ministro da Saúde da província de Buenos Aires, Nicolás Kreplak, mostrou preocupação com a capacidade hospitalar da capital.

"Em uma semana os casos na província aumentaram 33%. É claramente um problema. Se a tendência se mantiver, será muito preocupante", declarou em coletiva de imprensa.

A região metropolitana de Buenos Aires iniciou há uma semana uma flexibilização progressiva do confinamento, que está em vigor desde 20 de março.

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