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Boeing envia na sexta sua nova cápsula espacial à Estação Internacional

O foguete Atlas V e a cápsula Starliner, em 5 de dezembro de 2019 no Cabo Canaveral afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 18. dezembro 2019 - 00:24
(AFP)

Tudo está pronto na Flórida para o lançamento, na sexta-feira, da Starliner, cápsula para astronautas da Boeing, que levará o manequim Rosie até a Estação Espacial Internacional, um teste crucial para a agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) retomar os voos tripulados em 2020.

"Se o tempo estiver bom, a missão partirá na manhã de sexta-feira", disse Kathy Lueders, chefe dos voos comerciais da Nasa, nesta terça-feira em entrevista coletiva no Centro Espacial Kennedy.

"A nave espacial está pronta", acrescentou John Mulholland, representante da Boeing para este projeto.

A Nasa contratou a Boeing e a SpaceX em 2014 para desenvolver cápsulas para transportar astronautas entre os Estados Unidos e a Estação Espacial Internacional (ISS), uma função que apenas os foguetes russos da Soyuz exerciam desde 2011, quando Washington encerrou seu programa de ônibus espaciais.

O projeto Starliner está com dois anos de atraso, e a agência espacial americana espera enviar astronautas no primeiro semestre de 2020, desde que esses testes finais sejam realizados sem incidentes.

A missão de sexta-feira durará oito dias e servirá como um ensaio geral.

O CST-100 Starliner, nome oficial da cápsula, deixará o Cabo Canaveral na sexta-feira às 06H36 (08H36 de Brasília), impulsionado por um foguete Atlas V, construído pela United Launch Alliance. Ele deve chegar à ISS 25 horas depois.

A cápsula permanecerá presa à estação por sete dias antes de retornar. Se tudo der certo, pousará no dia 28 de dezembro às 03H47 (07h47 de Brasília) no deserto do Novo México, após uma descida de quatro horas.

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