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Bolívia começa a vacinar pacientes de risco contra a covid-19

Uma mulher com problemas de saúde anteriores é inoculada contra COVID-19 com a vacina chinesa Sinopharm em Santa Cruz em 25 de fevereiro de 2021 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 25. fevereiro 2021 - 22:22
(AFP)

A Bolívia iniciou nesta quinta-feira (25) a vacinação de pacientes com comorbidades contra a covid-19, quase um mês após ter começado a imunizar os profissionais de saúde.

“Com esta vacina nos sentimos seguros”, disse Alejandra Cruz Torres, que sofre de doença renal, a primeira a receber a vacina chinesa Sinopharm.

A Bolívia recebeu 500.000 doses da empresa farmacêutica chinesa na quarta-feira para mais de 200.000 profissionais de saúde. Uma parte deles, porém, irá para pessoas com patologias de risco, como doenças renais ou câncer.

Os primeiro grupo começou a ser vacinado no dia 29 de janeiro com um lote de 20 mil doses da russa Sputnik V e agora darão continuidade com a vacina chinesa.

Cada pessoa deve receber duas injeções, com 21 dias de intervalo.

“Estamos iniciando o plano geral de vacinação maciça para cada boliviano”, declarou o presidente Luis Arce, presente no evento.

A Bolívia é o segundo país da região a usar a vacina Sinopharm, depois do Peru.

La Paz receberá também mais 15,2 milhões de unidades: 5,2 milhões da Sputnik V e cerca de 10 milhões da britânica AstraZeneca/Oxford.

No caso da britânico, cinco milhões são por compra direta e a outra metade por meio do aparelho Covax da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O governo espera vacinar de forma gratuita e voluntariamente mais de sete milhões de pessoas.

Depois das pessoas com doenças de risco, serão vacinados aqueles com mais de 60 anos e, por fim, o restante da população adulta.

Com 11,5 milhões de habitantes, a Bolívia acumula 245.719 infecções confirmadas de covid-19 e 11.547 mortes.

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