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Brasil acusa Maduro de impedir 'à força' reeleição de Guaidó

Guaidó tenta ultrapassar o bloqueio militar e entrar no Parlamento, em Caracas afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 05. janeiro 2020 - 21:10
(AFP)

O Brasil acusou neste domingo o presidente Nicolás Maduro de impedir "à força a votação legítima" em que o opositor Juan Guaidó buscava sua reeleição como chefe do Parlamento da Venezuela, e advertiu que não irá reconhecer o resultado do que chamou de "afronta à democracia".

"Em Caracas, hoje, Maduro tenta impedir, à força, votação legítima na Assembleia Nacional e reeleição de Juan Guaidó para a presidência da AN e do governo interino, crucial para a redemocratização daquele país", expressou no Twitter o chanceler Ernesto Araújo.

"O Brasil não reconhecerá qualquer resultado dessa violência e afronta à democracia", assinalou o chanceler, incluindo em sua mensagem um vídeo que mostra Guaidó e deputados opositores discutindo com os policiais e militares que os impediam de entrar no Palácio Legislativo.

O governo brasileiro apoia Guaidó e considera o governo Maduro uma ditadura.

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