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Brasil participa como observador de reunião da Opep

(Arquivo) O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, discursa no Seminário de Negócios Brasil-China em Pequim afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. dezembro 2019 - 12:56
(AFP)

O Brasil participou nesta sexta-feira como observador de uma reunião da Opep e dos sócios da organização, semanas depois de o presidente Jair Bolsonaro ter afirmado que recebeu um convite de adesão ao cartel.

Em uma reunião com os 14 países da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros 10 produtores - que juntos formam a chamada OPEP+ - também esteve presente um representante do Brasil, o diplomata André João Rypl.

"Obrigado por unir-se a este esforço comum", disse o ministro do Petróleo da Venezuela, Manuel Quevedo, em referência a Brasil e África do Sul, que participavam como observadores na conferência e foram aplaudidos por seus pares.

Em outubro, o presidente Bolsonaro disse que gostaria "pessoalmente que o Brasil se tornasse membro da Opep" durante um fórum na Arábia Saudita, país líder de fato do cartel.

"Acredito que o potencial existe. Temos enormes reservas petroleiras", declarou na ocasião.

De acordo com Bolsonaro, o Brasil recebeu um convite formal que poderia ser "o primeiro passo" para entrar na organização.

Mas o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou em entrevista à agência Bloomberg que o Brasil não está considerando a possibilidade no momento.

Em agosto, o Brasil produziu 2,9 milhões de barris diários, um aumento de 7,7% na comparação com o mês anterior.

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