Navigation

Brasileiro e outros jovens são presos na Argentina por tráfico

(Arquivo) Viatura da polícia na avenida Juan B. Justo, em Buenos Aires, durante protesto em 30 de dezembro de 2013 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. junho 2014 - 09:55
(AFP)

Um grupo de 18 jovens - um brasileiro, cinco argentinos e 12 colombianos, a maioria estudantes universitários -, foi detido em uma operação antidrogas na capital argentina, Buenos Aires, informou o Ministério de Segurança nesta quarta-feira.

Na operação, chamada "Universitas" porque muitos dos detidos estudavam em conhecidas universidades privadas, foram apreendidos veículos, armas, 25.000 doses de ácido lisérgico e mais de 20.000 comprimidos de ecstasy, além de pesos argentinos e dólares.

"Desarticulamos um importante grupo que era integrado por 18 pessoas, 12 delas de nacionalidade colombiana, a grande maioria estudantes de universidades privadas", informou o vice-ministro de Segurança, Sergio Berni, em uma entrevista coletiva.

Os pesquisadores da Polícia Federal descobriram que o grupo traficava na modalidade de "triangulação" entre Argentina, Espanha e Colômbia.

A investigação começou em março passado, quando foram detectadas encomendas postais na agência do Correio Argentino do bairro de Retiro, na capital, com brinquedos para crianças procedentes de Madri.

Como ninguém se apresentava para retirá-los, os empregados abriram os pacotes e encontraram, entre os brinquedos, comprimidos de drogas sintéticas escondidos.

"Esse material era para ser distribuído não apenas nas festas eletrônicas, mas em zonas nobres de Buenos Aires e nas universidades", disse Berni.

Quase todos os chefes e organizadores do grupo têm um alto nível de vida, com residência em bairros nobres da zona norte da província de Buenos Aires.

Foram realizadas 24 batidas na capital argentina e nas províncias de Buenos Aires, Córdoba e Mendoza, regiões onde costuma haver muitos estudantes estrangeiros.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.