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Canadá ajuda setores vulneráveis a enfrentar a pandemia na América Central

Ativista nicaraguense usando máscara oferece comida a um migrante nicaraguense sem-teto em San José, Costa Rica, em 16 de abril de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 18. setembro 2020 - 00:50
(AFP)

O Canadá destinou mais de meio milhão de dólares em ajuda para combater a covid-19 em comunidades vulneráveis da Nicarágua, Honduras e Costa Rica, informou nesta quinta-feira (17) uma ONG local. A crise de saúde já levou a cerca de 9 mil mortes na América Central.

"Em 2020, contribuímos com mais de 500 mil dólares por meio do Fundo Canadá para Iniciativas Locais para combater a pandemia e seus efeitos em Honduras, Nicarágua e Costa Rica", anunciou o embaixador canadense para esses três países, James Hill, em nota. O fundo é administrado pela embaixada.

A informação foi divulgada pela ONG Habitat for Humanity, que lançou em maio uma campanha para arrecadar fundos para 1.500 famílias nicaraguenses vulneráveis, cujo apelo foi atendido pelo Fundo Canadá para Iniciativas Locais.

Nesta quinta-feira, cerca de 45 famílias pobres do departamento de Jinotega, no norte da Nicarágua, receberam da Habitat for Humanity e do fundo canadense alimentos e kits de higiene para proteção contra o coronavírus.

"O que estamos recebendo nesta situação difícil é um benefício para nós, pobres, que não temos como comprar as coisas", disse à AFP Martha Mejía, 68, que se locomove em uma cadeira de rodas devido a uma doença.

Na Nicarágua, o auxílio da cooperação canadense é direcionado a 1.500 famílias de baixa renda, idosos, pessoas com deficiência, pacientes com HIV/AIDS, mães solteiras chefes de família e comunidades pobres do Corredor Seco.

"Diante do desafio histórico da covid-19, a cooperação é mais importante do que nunca e o Canadá está respondendo a esse chamado", disse o embaixador canadense. O Fundo Canadá financiou projetos em setores e populações vulneráveis e promoveu os direitos humanos em 120 países nos últimos 30 anos.

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, os sete países centro-americanos registram 349.226 casos do novo coronavírus e 8.930 mortes.

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