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Canadá organizou ponte aérea para retirar seus cidadãos do Peru

Canadenses fazem fila diante de seu consulado em Lima, em 26 de março. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. abril 2020 - 03:53
(AFP)

O chanceler do Canadá, Francois-Philippe Champagne, revelou nesta quinta-feira que acertou com o governo em Lima o estabelecimento de uma ponte aérea para retirar os cidadãos canadenses no Peru, em meio às interdições de voos pela pandemia do novo coronavírus.

Francois-Philippe Champagne descreveu a ponte aérea à AFP como "a maior repatriação de viajantes canadenses na história" do seu país.

Segundo a chancelaria, ao menos 8 mil canadenses já foram repatriados de mais de 30 países, em ao menos 40 voos do governo, desde que a Organização Mundial de Saúde declarou a pandemia, no mês passado.

Francois-Philippe Champagne destacou que o número e a complexidade desta tarefa foram enormes, diante do fechamento de aeroportos, das restrições de voos e do movimento de pessoas.

"Disse ao meu colega no Peru (chanceler Gustavo Meza-Cuadra) que precisávamos levar nossos aviões até lá e começamos a trocar mensagens de texto. Foi assim que obtive as datas e depois, as horas (para cada voo) porque agora cada avião que decola do país deve sair do aeroporto militar de Lima".

"Este é, de longe, o exercício de repatriação mais desafiante que já tivemos".

Francois-Philippe Champagne revelou ainda à AFP que se comunica semanalmente com um "subgrupo de países do G20" para compartilhar as lições aprendidas diante do novo coronavírus, como deter sua propagação e sobre como repatriar os cidadãos.

"Muitos dos meus colegas enfrentam os mesmos desafios em relação às repatriações (...) e em um mundo como este, o Canadá está tratando de exercer alguma liderança e de reunir pessoas que normalmente não trabalham juntas".

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