Navigation

Centenas de venezuelanos retidos na fronteira no norte do Chile

Migrantes venezuelanos retidosna passagem fronteiriça de Colchane, no limite com a Bolívia afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. junho 2019 - 18:24
(AFP)

Centenas de venezuelanos permanecem retidos em vários pontos da fronteira no norte do Chile, em condições muito ruins, conforme relatado por organizações de direitos humanos, em função das restrições migratórias implantadas pelo Chile e o Peru para restringir sua entrada.

Cerca de 200 pessoas se encontram na passagem fronteiriça de Chacalluta, na cidade chilena de Arica, fronteira com o Peru, enquanto outros 190 estão na de Colchane, no limte com a Bolívia.

Além disso, na cidade peruana de Tacna há 400 pessoas junto ao consulado chileno, tentando obter seu visto.

Os venezuelanos estão retidos há uma semana, quando o Chile, seguindo os passos do Peru, também começou a exigir um visto de turista para entrar no país. A maioria desses venezuelanos não tem passaporte, o que os impede de entrar no Chile.

"A situação é muito grave, as pessoas estão em condições muito precárias em termos de natureza humanitária, sem água nem comida e acesso a sanitários", disse o diretor do Instituto Nacional de Direitos Humanos (INDH) do Chile, Consuelo Contreras.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.