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Chile esclarece que seu plano de vacinação contra covid-19 inclui estrangeiros irregulares

Trabalhador sanitário aplica dose da CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, em um idoso em um centro de vacinação montado no Estádio Bicentenário do Chile, em 3 de fevereiro de 2021 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. fevereiro 2021 - 16:59
(AFP)

As autoridades de saúde do Chile esclareceram, nesta quinta-feira (11), que a imunização contra o coronavírus inclui estrangeiros irregulares que estejam no país, em meio às críticas geradas pela alteração no protocolo para evitar o "turismo de vacinas".

A subsecretária de Saúde, Paula Daza, explicou que "todas as pessoas que estiverem no Chile em diferentes situações de residência - pessoas que estão em processo de tirar o visto ou de normalização - e que vivem no Chile, têm direito à vacina".

"O que não queremos é que isso se transforme em um turismo de vacina", acrescentou a autoridade de saúde, repetindo um conceito definido por um programa de televisão no Peru.

Na quarta-feira, após a divulgação no Chile de uma reportagem de uma rede de televisão peruana que explicava que por cerca de 1.000 dólares seria possível viajar ao Chile, hospedar-se e receber a vacina gratuitamente, o governo anunciou a alteração do critério de imunização para estrangeiros.

Desde 3 de fevereiro, o Chile vacinou com ao menos uma dose quase 1,4 milhão de pessoas.

A meta do governo é vacinar cinco milhões de pessoas antes do final de março e chegar a 15 dos quase 19 milhões de habitantes do país até o final de junho.

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