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Chile supera 1.000 mortes por coronavírus e se aproxima de 100.000 casos

Funcionário da saúde checa o celular próximo à ambulância que carrega pacientes com sintomas da COVID-19 em Santiago afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 31. maio 2020 - 17:30
(AFP)

O Chile superou neste domingo 1.000 mortes e se aproxima de 100.000 infectados pelo coronavírus, depois de registrar uma brusca mudança de cenário nas últimas duas semanas, de acordo com o balanço oficial.

Quase três meses depois do primeiro caso reportado – em 3 de março - o ministério da Saúde anunciou 57 mortes em consequência do coronavírus nas últimas 24 horas, um novo recorde diário, para alcançar o total de 1.054 vítimas fatais.

O país também registrou 4.830 novos casos de COVID-19 em um dia, o que elevou o balanço a 99.688 infectados em todo o país.

"Todos os dias avaliamos as estratégias que estamos adotando para fortalecer a contenção da disseminação desse vírus", disse a subsecretária de Saúde Paula Daza, entregando o relatório diário do caso, consultado sobre o eventual fracasso das políticas implementadas pelo governo de Sebastián Piñera, diante do forte aumento de casos nas últimas semanas.

Os números do contágio mantêm os serviços médicos no limite, especialmente na capital Santiago, onde vivem sete dos 18 milhões de habitantes do país, e que concentra mais de 80% das infecções.

Em Santiago, o nível de ocupação dos leitos em unidades de terapia intensiva atingiu 96% neste domingo, segundo o último relatório oficial.

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