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Antena 5G no estande da Deutsche Telekom no Mobile World Congress (MWC) em 26 de fevereiro de 2018 em Barcelona

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A China lidera a corrida de desenvolvimento do 5G, a rede de internet móvel ultrarrápida, à frente da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, de acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira (16).

Esses três países, junto com o Japão, são os mais comprometidos com o desenvolvimento da tecnologia, segundo a pesquisa da empresa Analysys Mason, que avaliou as ações empreendidas por empresas e as políticas públicas em dez países.

Esses quatro "líderes" globais são o primeiro grupo - o mais bem preparado -, enquanto os mercados europeus, que incluem França, Alemanha e Reino Unido, figuram no segundo grupo. Cingapura, Rússia e Canadá fazem parte do terceiro grupo, de acordo com o estudo conduzido pela CTIA, a associação americana de operadores de telecomunicações.

A China deve seu forte avanço tanto a uma "política governamental proativa, quanto ao impulso proveniente do setor", comentou a CTIA em nota. Lá, todas as grandes empresas do setor se comprometeram com datas de lançamento e o governo com as atribuições de frequências aos operadores.

O 5G é um fator-chave no desenvolvimento de objetos conectados. Sua evolução deve ajudar a processar os bilhões de dados necessários para o uso maciço de carros autônomos e outros objetos "inteligentes" cotidianos.

A União Europeia almeja contar com o 5G até 2020.

"Os Estados Unidos não terão uma segunda oportunidade de vencer a corrida mundial do 5G", afirmou Meredith Attwell Baker, diretora da CTIA.

Os primeiros desenvolvimentos comerciais desta tecnologia são esperados para este ano na Ásia e nos Estados Unidos, mas a maior parte das implementações devem chegar em 2019, de acordo com um estudo recente da GlobalData.

O 5G é considerado por muitos países, especialmente os Estados Unidos, como um assunto estratégico. Em meados de março, a Casa Branca bloqueou uma OPA (oferta pública de aquisição) da empresa de semicondutores Broadcom, sediada em Cingapura, sobre a americana Qualcomm, evocando temores para a segurança nacional.

Os Estados Unidos temem sobretudo à China, particularmente o grupo Huawei.

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AFP