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Cidade americana proíbe a venda de cigarros eletrônicos

Um homem fuma um cigarro eletrônico em Washington, em 2 de outubro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 26. junho 2019 - 00:13
(AFP)

San Francisco se tornou a primeira grande cidade dos Estados Unidos a proibir a venda de cigarros eletrônicos em seu território, numa decisão unânime do conselho municipal.

A medida, que ainda deve ser assinada pela prefeita da cidade californiana, destaca a necessidade de uma ação contra o "impressionante aumento" do uso desse aparelho entre os jovens com "consequências significativas na saúde pública".

O texto adotado por San Francisco estabelece que para ser vendido na cidade, numa loja física ou na Internet, um cigarro eletrônico deve ter aprovação da Agência Federal da Saúde, a FDA, que ainda não autorizou o uso desse aparelho.

A orientação também se aplica aos produtos de tabaco aromatizados, mas não pune a posse ou o uso de cigarros eletrônicos, ao contrário de Cingapura, que proibiu completamente estes produtos no ano passado.

A prefeita democrata da cidade californiana, London Breed, já anunciou que vai assinar a medida.

Segundo dados oficiais, o número de jovens americanos que usam cigarros eletrônicos aumentou em um milhão e meio em 2018, o que interfere em anos de luta contra o consumo de tabaco nas escolas secundárias e universidades.

Os cigarros eletrônicos contem nicotina e outros produtos, mas não as substâncias encontradas nos cigarros tradicionais que se sabe que são cancerígenas. Seu efeito a longo prazo na saúde ainda está sendo estudado.

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