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CIDH pede que Venezuela proteja vida e integridade de deputado opositor preso

Simpatizantes do governo venezuelano marcham em apoio ao presidente Nicolás Maduro, em Caracas, em 11 de setembro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. outubro 2018 - 19:21
(AFP)

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu que a Venezuela proteja a vida e integridade do deputado opositor Juan Requesens, detido pelo suposto atentado contra o presidente Nicolás Maduro, decisão celebrada na conta do legislador no Twitter.

A CIDH "pede à Venezuela que adote as medidas necessárias para proteger os direitos à saúde, vida e integridade pessoal do senhor Juan Carlos Martínez Requesens no contexto de privação de liberdade no qual se encontra", assinala uma medida cautelar divulgada neste sábado (13).

O organismo, denunciado em 2012 pela Venezuela, que não reconhece as suas decisões, também solicitou que uma organização internacional independente verifique as circunstância nas quais os parlamentar se encontra, preso no Serviço de Inteligência (Sebin), localizado em Caracas.

Sobre a decisão, na conta no Twitter de Requesens - administrada por seus familiares - assinalam que esta "deve ser executada imediatamente".

"Solicitamos à CIDH que seja uma missão dessa honrável instância (...) que venha verificar o estado de saúde de Juan Requesens", acrescenta o Twitter do deputado.

O organismo pede ao governo de Maduro que em um período de 15 dias informe sobre "a adoção das medidas cautelares".

"O apoio da CIDH ratifica que os venezuelanos não estão sozinhos", acrescenta o Twitter do legislador.

Requesens foi detido em 7 de agosto por sua suposta participação na detonação de dois drones carregados com explosivos quando Maduro discursava durante uma parada militar em Caracas, em 4 de agosto.

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