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A procuradora-geral da Argentina, Alejandra Gils Carbó, em Buenos Aires, em 13 de julho de 2017

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Um juiz argentino citou para depor a procuradora-geral, Alejandra Gils Carbó, por supostas irregularidades na compra de um edifício para o organismo, informou nesta sexta-feira uma fonte judicial.

A procuradora-geral atribui a causa a uma perseguição do governo de Mauricio Macri, que pediu publicamente a sua renúncia.

A funcionária deverá comparecer perante o juiz federal Julián Ercolini em 31 de agosto, no último dos interrogatórios de um grupo de 11 pessoas citadas para depor, segundo a agência de notícias da Suprema Corte.

O magistrado aceitou o pedido de um procurador para investigar a compra de um imóvel para a Procuradoria de quase 44 milhões de pesos realizada em 2015.

Gils Carbó denunciou a "perseguição" por parte do governo do presidente Mauricio Macri, que a acusou de "criar imputações ao governo com seus procuradores".

"Não é uma procuradora imparcial como deve ser, é uma militante política que obstruiu as investigações de feitos de corrupção do governo anterior" de Cristina Kirchner, disse o presidente.

A procuradora-geral argentina, designada em 2012 com a aprovação do Senado, disse que não renunciará e negou ser militante, ativista ou simpatizante de um partido político.

AFP