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Colômbia expulsa venezuelanos acusados de tumultuar protestos

Pessoas participam de um protesto contra o governo do presidente da Colômbia, Ivan Duque, em Bogotá, em 23 de novembro de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 25. novembro 2019 - 14:42
(AFP)

A autoridade de imigração colombiana informou nesta segunda-feira sobre a expulsão de 59 venezuelanos que supostamente planejavam afetar a "segurança nacional" em um contexto de protestos contra o governo de Iván Duque, iniciado em 21 de novembro.

Os estrangeiros, que segundo as autoridades colombianas, colocam em risco a ordem pública e a segurança nacional, serão entregues às autoridades venezuelanas em San Fernando de Atabapo (sudoeste).

"Respeitamos a participação deles nas marchas. Estendemos as mãos para aqueles que, como o povo venezuelano, precisavam se expressar. Mas o que não vamos tolerar é que um grupo de desajustados afete a segurança de nossas cidades", disse Christian Krüger, chefe de Migração da Colômbia, em um comunicado.

Como indicado, as ações desses estrangeiros geram "surtos de xenofobia, que prejudicam os venezuelanos que estão trabalhando para um país melhor".

O diretor de polícia havia denunciado a prisão de 29 venezuelanos durante o toque de recolher em Bogotá e Cali por não ter cumprido essa ordem.

Além disso, antes da marcha marcada para 21 de novembro, o presidente Iván Duque havia anunciado a expulsão de outros 24 estrangeiros da mesma nacionalidade, acusados de querer se infiltrar no protesto.

Sindicatos, estudantes, indígenas e artistas, apoiados por forças da oposição, pressionam as ruas sobre o governo conservador de Duque, que parece se enfraquecido em um ano e meio de sua posse.

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