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Colômbia supera 6.000 mortos por COVID-19 e registra recorde diário de contágios

Soldados colombianos patrulham as ruas no bairro de Usme, no sul de Bogotá, em 15 de julho de 2020. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. julho 2020 - 00:07
(AFP)

A Colômbia excedeu 6.000 mortes por coronavírus desde que detectou o primeiro caso em 6 de março, de acordo com o balanço oficial divulgado nesta quinta-feira (16), que registrou um recorde diário de infecções.

As autoridades registraram 215 óbitos nas últimas 24 horas, elevando o país a 6.029 mortes por COVID-19 nesses quatro meses e meio.

Segundo o Ministério da Saúde, nesta quinta-feira, a Colômbia também alcançou o maior número de casos confirmados em um dia (8.037), o que eleva o número global de infecções a 173.206.

O país, com cerca de 50 milhões de habitantes, saltou de 5.000 para mais de 6.000 mortos nos últimos cinco dias, em um agravamento da emergência de saúde.

Bairros de Bogotá e Medellín, as principais cidades colombianas, enfrentam o retorno de um confinamento rigoroso, na tentativa de conter a velocidade do contágio e evitar o colapso da rede de terapia intensiva habilitada para a pandemia.

Com uma população de oito milhões de habitantes, a capital é o foco mais crítico, com 56.830 casos (1.340 mortes), 33% do total do país.

O governo de Iván Duque, pressionado pelo colapso da economia, vem relaxando as medidas de isolamento no momento em que os especialistas preveem a fase de maior contágio, entre julho e agosto.

O presidente decretou recentemente uma nova extensão do confinamento até 1º de agosto, com várias exceções.

Até a quarta-feira, a Colômbia era o quinto país da América Latina mais afetado pela pandemia em número de mortes e infecções.

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