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países como Espanha, Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá esvaziaram suas embaixadas.

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Violentos combates foram retomados nesta quinta-feira entre milícias rivais ao redor do aeroporto de Trípoli, após dois dias de relativa calma, segundo um responsável de segurança.

Além disso, os bombeiros tentavam pelo quinto dia consecutivo apagar o incêndio que arrasa um imenso depósito de hidrocarbonetos próximo à Trípoli, provocado por foguetes lançados durante os combates.

"Os criminosos realizaram uma nova ofensiva contra o aeroporto com armas pesadas e leves", declarou à AFP Al-Jilani al-Dahesh, que se encontra em terra. Durante a conversa telefônica era possível ouvir disparos e explosões.

Dahesh, que dirige as forças encarregadas da segurança do aeroporto, informou sobre alguns feridos entre seus homens, que enfrentam junto às milícias da cidade de Zenten (oeste de Trípoli) os combatentes da cidade de Misrata (leste da capital).

Segundo testemunhas, foram registrados outros combates na estrada do aeroporto e a oeste da capital. Um jornalista da AFP ouviu várias explosões no centro de Trípoli.

No dia 13 de julho tiveram início combates entre facções rivais que provocaram o fechamento do aeroporto internacional da capital. Estes confrontos provocaram a morte de uma centena de pessoas e feriram 400.

Além disso, países como Espanha, Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá esvaziaram suas embaixadas. As Filipinas também convocaram seus cidadãos a deixar o país, depois que uma enfermeira desta nacionalidade foi sequestrada e estuprada.

Desde a queda do regime de Muanmar Kadhafi, em 2011, as autoridades líbias não conseguem controlar as dezenas de milícias que impõem sua lei.

AFP