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Partidários de Rafael Correa protestam diante da Assembleia Nacional em Quito.

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O Parlamento do Equador decidiu nesta quinta-feira permitir que o ex-presidente Rafael Correa seja investigado por suposto envolvimento no sequestro de um político opositor na Colômbia.

A Assembleia Nacional declarou "improcedente" o pedido de uma juíza para bloquear a investigação, com o aval de 83 dos 137 deputados.

Os congressistas consideraram que Correa, que vive na Bélgica, já não exerce a função de presidente e não tem mais as prerrogativas previstas na Constituição para o chefe de Estado.

No Twitter, Correa declarou que "uma maioria parlamentar ignorou a Constituição e a Justiça" e afirmou que sua imunidade só poderia ser derrubada por 92 votos.

A Procuradoria informou na segunda-feira ter pedido à Justiça autorização para investigar Correa no caso do suposto sequestro de Fernando Balda, após o surgimento de indícios do envolvimento do ex-presidente.

Correa já depôs de maneira voluntária sobre o caso no dia 24 de maio, no consulado equatoriano em Bruxelas.

Balda, ex-deputado do Partido Sociedade Patriótica (PSP), afirma que estava em Bogotá em 2012 quando cinco pessoas o colocaram a força em um automóvel, que a polícia colombiana interceptou frustrando o sequestro.

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AFP