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Curdos chamam primeiro-ministro iraquiano de histérico e pedem renúncia

O presidente da região autônoma do Curdistão, Masud Barzani, afirmou que o primeiro-ministro Nuri al-Maliki destruiu o país. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. julho 2014 - 11:17
(AFP)

O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, se tornou "histérico", afirma um comunicado do presidente da região autônoma do Curdistão, Masud Barzani, divulgado depois que o chefe de Governo acusou os curdos de abrigar jihadistas.

"Maliki se tornou histérico e perdeu o equilíbrio", afirma o comunicado, que pede ao primeiro-ministro "um pedido de desculpas ao povo iraquiano e a renúncia".

"Você destruiu o país e alguém que destruiu o país não pode salvá-lo da crise", completa a nota, em referência ao primeiro-ministro.

Maliki afirmou que a capital curda, Erbil, recebeu combatentes em guerra contra o governo de Bagdá, alguns deles do Estado Islâmico (EI), um grupo jihadista que proclamou um califado em um território entre Iraque e Síria no mês passado.

"Não podemos permanecer em silêncio ante o fato de que Erbil se transformou em um quartel-general para o Estado Islâmico, o partido Baath (de Saddam Hussein), Al-Qaeda e para operações terroristas", declarou Maliki.

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