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Deputado argentino ferido em frente ao Congresso continua em estado grave

Foto do deputado argentino Hector Olivares divuylgada por seu gabinete afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. maio 2019 - 16:54
(AFP)

O deputado argentino ferido em um ataque a tiros que matou um funcionário na quinta-feira passada continua em estado crítico, com risco de falência múltipla de órgãos, informou neste sábado (11) o setor médico do hospital público onde ele está internado.

Héctor Olivares, de 61 anos, "passou por uma intervenção cirúrgica ontem (sexta-feira) à noite. Neste momento, está instável, com alta demanda de drogas vasoativas, continua com as substituições das funções dos órgãos e respiratória, fazendo diálise e com suporte hemodinâmico para manter a função cardiovascular", informou Juan Pablo Rossini, subdiretor do hospital Ramos Mejía, de Buenos Aires.

A operação de ontem "foi a continuação da primeira cirurgia. Foi feito um controle de danos", explicou Alejandro Muñoz, chefe do setor de emergência, para quem "o grande problema é a falência múltipla de órgãos".

O próximo boletim médico dele sairá na segunda-feira.

Olivares deu entrada no hospital na quinta-feira, entre a vida e a morte.

O ataque perpetrado perto do Congresso, no centro de Buenos Aires, a princípio causou comoção política, mas a tensão diminuiu após virem à tona os indícios de motivação pessoal para o crime.

A ministra da Segurança, Patricia Bullrich, atribuiu o crime na sexta-feira a "um clã mafioso" e descartou motivação política.

Seis pessoas foram presas, uma delas nesta sexta, no Uruguai, e a arma do crime foi encontrada na casa de um dos acusados, segundo a imprensa.

Ainda não se sabe o motivo do atentado, no qual o funcionário da província de La Rioja, Miguel Yadón, de 58 anos, morreu e seu amigo Olivares, deputado da aliança Cambiemos, liderada pelo presidente Mauricio Macri, foi ferido.

Segundo a imprensa argentina, a polícia acredita que o motivo do assassinato foi uma suposta relação mantida por Yadón com a filha de um dos criminosos. A jovem, casada e mãe de dois filhos, negou à Justiça que conhecesse as vítimas.

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