Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Vista geral da Praça de Maio, em Buenos Aires, durante a celebração do Dia dos Trabalhadores, em 1º de maio de 2005.

(afp_tickers)

A taxa de desemprego na Argentina cresceu de 7,1% a 7,5% no segundo trimestre em comparação ao primeiro, informou nesta terça-feira o instituto estatístico oficial INDEC.

Embora tímido, o crescimento do índice de desemprego coincide com o esfriamento da atividade econômica. É possível que o governo admita no seu próximo informe, previsto para esta semana, que a economia se encontra em recessão.

O índice de desemprego cresceu de 6,4% a 7,1% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2013.

A economia mostrou alguns sinais de contração em 2013, apesar do crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), mas a desaceleração foi acentuada com a desvalorização de 18% do câmbio em janeiro.

Países que importam produtos argentinos reduziram suas compras neste ano por debilidades em suas próprias economias, mas a Argentina enfrenta uma escassez de dólares para as importações e um bloqueio do depósito destinado ao pagamento dos credores da dívida renegociada por uma decisão da justiça de Nova York, entre outros motivos que contribuem para a crise econômica.

Analistas estimam que neste ano o PIB argentino cairá entre 2% e 3%. A fragilidade da demanda em alguns setores, como o da indústria automobilística, provocou a suspensão e as demissões de operários temporários.

AFP